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	<title>Notícias | NF Energia Solar</title>
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	<description>Energia Solar Fotovoltaica Sorocaba</description>
	<lastBuildDate>Fri, 15 May 2020 20:03:04 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Notícias | NF Energia Solar</title>
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		<title>Utilização de energia solar no Minha Casa Minha Vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[us@r-05eltr98c4a1]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2017 17:01:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso de energia solar fotovoltaica em projetos habitacionais de interesse social do Governo Federal tornou-se uma realidade em nível nacional, a partir da publicação da Portaria nº 643/2017, que dispõe sobre as condições gerais para provisão de sistemas alternativos de geração de energia para empreendimentos contratados no Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O uso de energia solar fotovoltaica em projetos habitacionais de interesse social do Governo Federal tornou-se uma realidade em nível nacional, a partir da publicação da Portaria nº 643/2017, que dispõe sobre as condições gerais para provisão de sistemas alternativos de geração de energia para empreendimentos contratados no Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV).</p>
<p style="text-align: justify;">A iniciativa é fruto de análises de viabilidade e de modelos de negócio, desenvolvidas por meio de um protocolo de intenções, assinado em 2016 entre o Ministério das Cidades, Ministério do Trabalho e Fiesp. Os estudos contaram com a coordenação da Fiesp e trabalhos técnicos da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Presidente Executivo da ABSOLAR, Dr. Rodrigo Sauaia, a nova diretriz beneficiará diretamente a população de baixa renda, por meio da geração de energia renovável, limpa e de baixo impacto ambiental a partir do sol, diretamente nos telhados das residências e condomínios do MCMV.</p>
<p style="text-align: justify;">“A ABSOLAR e o setor solar fotovoltaico celebram com grande alegria este marco histórico do Ministério das Cidades, que contribuirá para o desenvolvimento social, econômico e ambiental do país, com especial atenção aos menos favorecidos. Isso demonstra que a energia solar fotovoltaica está se tornando uma tecnologia democrática e acessível a todas as faixas de renda”, comemora Sauaia.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os cálculos do estudo, com a inclusão da energia solar fotovoltaica em residências e condomínios do MCMV, será possível reduzir em até 70% os gastos com energia elétrica dos beneficiados, aliviando os orçamentos das famílias para que possam melhorar sua alimentação, saúde, educação e qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Os benefícios da iniciativa, no entanto, ultrapassam a economia direta na conta de luz. “Este passo contribuirá também para a geração de milhares de empregos locais e de qualidade, criando novas oportunidades de trabalho para a população, distribuindo renda, movimentando a economia e gerando riqueza ao país”, explica Sauaia.</p>
<p style="text-align: justify;">Acesse <a href="https://www.ambienteenergia.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Portaria-643_2017_Fotovoltaica.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui </a>e leia a portaria na íntegra</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Ambiente Energia</p><p>The post <a href="https://nfeletrica.com.br/energia-solar-minha-casa-minha-vida/">Utilização de energia solar no Minha Casa Minha Vida</a> first appeared on <a href="https://nfeletrica.com.br">NF Energia Solar </a>.</p><p>O post <a href="https://nfeletrica.com.br/energia-solar-minha-casa-minha-vida/">Utilização de energia solar no Minha Casa Minha Vida</a> apareceu primeiro em <a href="https://nfeletrica.com.br">NF Energia Solar </a>.</p>
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		<title>Energia solar: um futuro sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[us@r-05eltr98c4a1]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 16:56:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A energia solar fotovoltaica é gerada a partir da incidên­cia de luz solar em placas fotovoltaicas. Seu uso pode redu­zir em até 95% a dependência da energia distribuída pelas concessio­nárias. Além disso, trata-se de uma fonte renovável, sendo assim, de baixo impacto ambiental. No Brasil esta é uma opção viável para redu­ção de custos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A energia solar fotovoltaica é gerada a partir da incidên­cia de luz solar em placas fotovoltaicas. Seu uso pode redu­zir em até 95% a dependência da energia distribuída pelas concessio­nárias. Além disso, trata-se de uma fonte renovável, sendo assim, de baixo impacto ambiental. No Brasil esta é uma opção viável para redu­ção de custos e está, apesar de ain­da pouco utilizada, em expansão.</p>
<p style="text-align: justify;">O engenheiro eletricista Pedro Provázio explica que só no ano de 2016, o setor cresceu mais de 300%, com perspectivas ainda maiores para os próximos anos. “É preciso pensar em soluções que atendam às demandas sem prejudicar o meio ambiente. A energia fotovoltaica se utiliza basicamente da incidência solar. Com o investimento no siste­ma é possível garantir um retorno do valor despendido em aproximadamente 5 anos”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a Associação Bra­sileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o Brasil possui 12.520 sistemas solares fotovoltaicos conec­tados à rede, trazendo economia e engajamento ambiental a 13.897 unidades consumidoras, somando mais de R$ 850 milhões em inves­timentos acumulados desde 2012. Dados mais recentes da área de al­ternativas energéticas renováveis e sustentáveis revelam mais expansão.</p>
<p style="text-align: justify;">“Esses números cresceram muito rapidamente, nesse ano de 2017, já se tem mais de 16.000 sis­temas fotovoltaicos homologados gerando energia no Brasil. Gran­des usinas fotovoltaicas já estão funcionando e outras ainda maio­res estão em construção”, revela Marcelo Reis Viana, representan­te comercial BrS Energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o Fórum Perma­nente de Assuntos Relacionados ao Setor Energético do Estado de Goiás, instituído pela Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, é presidido pelo deputado estadual Simeyzon Oliveira, e tem como ob­jetivo fomentar o uso de fontes ener­géticas renováveis e não degradá­veis e integrá-las a matriz hidráulica em Goiás. Para a elaboração de polí­ticas públicas e adoção de medidas que buscam o desenvolvimento da energia solar em Goiás foi criado o Programa Goiás Solar.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as principais ações do Goiás Solar, explica Simeyzon, es­tão a isenção de ICMS para micro e pequenos geradores e consumido­res de energia solar, a ampliação e a criação de linhas de crédito exclusi­vas para financiamento, a simplifi­cação do licenciamento ambiental para instalação de usinas solares, o uso de placas solares nas casas dos programas habitacionais do Estado, bem como o uso de energia solar em prédios públicos e o estímulo à vinda e criação de novos empreen­dimentos para o Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">“Há dois anos, quando instituí­mos o Fórum Permanente de As­suntos Relacionados ao Setor Ener­gético do Estado de Goiás, tínhamos 16 conexões de sistemas de energia renováveis, em todo o Estado. Com esses incentivos nós conseguimos sair de 16 conexões para 487 cone­xões. O Estado de Goiás ocupava o 18º lugar no ranking nacional e hoje já somos o 6º. Tivemos um avanço, em dois anos, imenso e a projeção com o programa Goiás Solar é que nos próximos dois anos vamos che­gar na primeira colocação, como Es­tado de maior produção de energia de fontes limpas”, avalia.</p>
<p style="text-align: justify;">VANTAGENS</p>
<p style="text-align: justify;">Para o presidente do Fórum Per­manente de Assuntos Relacionados ao Setor Energético do Estado de Goiás, Simeyzon Oliveira, as vanta­gens do uso da energia solar para a sociedade e meio ambiente são sig­nificativos em termos de economia e sustentabilidade. Ele menciona que a primeira vantagem é o fato de se tratar de energia limpa sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com ele um dos gran­des geradores dos gases de efeito estufa são as usinas termelétricas que têm sido ligadas com a crise hídrica aumentando os valores das tarifas, com queima do combustível fóssil e danos ao meio ambiente. Si­meyzon observa que sendo o Brasil signatário da da COP 21, acordo de extensão global para frear as emis­sões de gases do efeito estufa e para lidar com os impactos da mudan­ça climática, a redução dos gases de efeito estufa, principalmente o CO2, tornam-se prioridade.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nossa luta pelas energias reno­váveis tem dois viés: primeiro, na redução das tarifas com relação a utilizar o mínimo possível as ter­melétricas; segundo, pela questão de serem energias limpas, que não geram nenhum tipo de poluição e o Estado de Goiás tem um grande potencial nessa geração de ener­gia, tanto por biomassa ou fotovol­taica. Somos o segundo Estado em incidência solar no Brasil, logo nós temos um potencial imenso que ainda é pouco explorado”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o representante comercial Marcelo Viana a energia solar foto­voltaica melhora a qualidade de vida das pessoas, ao evitar o envio de mi­lhões de toneladas de poluentes na atmosfera, além de ser uma fonte crescente de empregos e economia.</p>
<p style="text-align: justify;">“Você pode reduzir sua conta em até 95%, depende da sua tarifa e em que grupo de consumidor você está enquadrado, entre outros fatores. O último cliente que instalei, o Stopbar no Parque Atheneu, vai pagar o sis­tema em menos de 5 anos. Vai tro­car 300 contas ou mais (300 meses, ou 25 anos, que é o tempo de garan­tia das placas fotovoltaicas), por me­nos de 60 contas (o payback é de cer­ca de 5 anos = 60 meses)”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele acrescenta que empresas que optarem por financiamen­tos podem ter uma redução ime­diata de até 20% na conta. “Você troca uma conta que aumenta a cada ano por outra de menor va­lor e congelada em parcelas fixas. E, após quitar as parcelas, você passa­rá a pagar somente a taxa mínima”.</p>
<p style="text-align: justify;">Marcelo esclarece que se uma pessoa tem interesse em instalar o sistema de energia solar em casa ela precisa procurar uma empresa especializada, de preferência que já tenha sistemas instalados, e leve/ envie a cópia ou foto da última con­ta de energia. “Pelos dados da con­ta o seu sistema é dimensionado utilizando um moderno software específico, e é elaborada uma pro­posta comercial com todas infor­mações necessárias para se anali­sar a viabilidade do negócio. Vale lembrar que ela é muito viável tam­bém para empresas. A economia é proporcional ao consumo, não im­porta o tamanho do consumidor”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele ainda ressalta que as pessoas que produzem energia solar recebem créditos por quilowatts hora, que podem ser usados em até 60 meses. Em Goiás existem cerca de 200 unidades instaladas e homolo­gadas, que produzem energia solar. Marcelo fiz que Goiás subiu de 16º para o 8º em produção de geração distribuída e afirma que até o fim do ano que vem, sejam criadas 5 mil unidades em habitações populares.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: DM/Cotidiano</p><p>The post <a href="https://nfeletrica.com.br/energia-solar-futuro-sustentavel/">Energia solar: um futuro sustentável</a> first appeared on <a href="https://nfeletrica.com.br">NF Energia Solar </a>.</p><p>O post <a href="https://nfeletrica.com.br/energia-solar-futuro-sustentavel/">Energia solar: um futuro sustentável</a> apareceu primeiro em <a href="https://nfeletrica.com.br">NF Energia Solar </a>.</p>
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		<title>Brasil e Noruega vão colaborar em pesquisas sobre energia solar</title>
		<link>https://nfeletrica.com.br/pesquisas-sobre-energia-solar/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 16:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A colaboração entre pesquisadores brasileiros e noruegueses deve impulsionar novas ações e estratégias em energia solar nos dois países. Foi o que mostrou o 1º Workshop de Energia Solar Brasil-Noruega, realizado no auditório da FAPESP, ação inicial do acordo de cooperação entre a FAPESP e o Conselho de Pesquisa da Noruega (RCN). &#8220;A colaboração com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A colaboração entre pesquisadores brasileiros e noruegueses deve impulsionar novas ações e estratégias em energia solar nos dois países. Foi o que mostrou o 1º Workshop de Energia Solar Brasil-Noruega, realizado no auditório da FAPESP, ação inicial do acordo de cooperação entre a FAPESP e o Conselho de Pesquisa da Noruega (RCN).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A colaboração com o Brasil nos ajuda a avançar nos desafios globais e aumenta a nossa capacidade e qualidade de pesquisa&#8221;, disse Rune Andersen, conselheiro para Ciência e Tecnologia do RCN.</p>
<p style="text-align: justify;">Andersen contou que a Noruega dispõe de dois tipos de financiamento de pesquisa em energia, os programas INPART e UTFORSK. Ambos não têm restrição para apoiar participações internacionais, inclusive de brasileiros. &#8220;No ano passado, foram financiados € 9 milhões em pesquisa energética&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa é que, com o acordo assinado por FAPESP e RCN, sejam lançadas chamadas de propostas de pesquisas e realizados mais workshops para que haja maior integração entre cientistas dos dois países.</p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro workshop, ficou claro que a complementaridade será a palavra-chave na parceria. Brasil e Noruega são grandes produtores de petróleo, gás natural e têm a matriz energética baseada em hidrelétricas. No entanto, enquanto a Noruega exporta o excedente energético das hidrelétricas para países vizinhos e aposta na energia solar para o uso residencial, o Brasil busca usar seu alto potencial solar para aumentar a resiliência e redundância da matriz energética que enfrenta crescimento de demanda e períodos de seca.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A energia solar até há pouco tempo era considerada coisa do futuro, só que o futuro chegou, mas o Brasil está atrasado em relação aos outros países. Temos um potencial enorme, principalmente no chamado cinturão solar, região que vai do Nordeste até o Sudoeste do país, pegando sobretudo Bahia e Minas Gerais e inclusive São Paulo&#8221;, disse Enio Pereira, coordenador do Laboratório de Modelagem e Estudos de Recursos Renováveis de Energia do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).</p>
<p style="text-align: justify;">Pereira afirma que, embora o investimento em energia solar ainda seja pequeno no Brasil, a fonte renovável está crescendo rapidamente na matriz energética brasileira. De acordo com dados apresentados em sua palestra, o incremento da energia solar no Brasil foi superior a 300% nos últimos dois anos. É, portanto, a energia cujo uso mais cresce, embora ocupe apenas 0,02% da matriz energética do país.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A complementaridade das energias é uma questão muito importante e ainda precisa ser melhor explorada. Por causa da crise hídrica, grande parte da energia está sendo suprida por termoelétricas, que são grandes poluidoras e têm alto custo energético. No entanto, onde há seca, há pouca nuvem. Então, há mais insolação exatamente quando a água para alimentar as hidrelétricas é escassa&#8221;, disse Pereira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caso concreto<br />
</strong>No workshop realizado em 13 de novembro, um dos exemplos mencionados foi a parceria da petrolífera norueguesa Statoil com a também norueguesa Scatec Solar, que estão construindo uma planta de energia solar no Rio Grande do Norte, com capacidade de 162 megawatts.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Na Noruega, estamos crescendo em microgeração por energia solar. Como a radiação não é alta, é muito melhor construir grandes plantas como a que a Statoil está fazendo no Rio Grande do Norte. Somos uma nação focada na produção de energia e estamos desenvolvendo pesquisa em outra área de energia&#8221;, disse Morten Dæhlen, decano da Faculdade de Matemática e Ciências Naturais da Universidade de Oslo.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da complementaridade &#8211; seja entre as pesquisas nos dois países, seja entre as fontes energéticas -, os pesquisadores reunidos no workshop concordam que a introdução da energia solar na matriz energética constitui por si só uma modernização do setor.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Vamos acelerar o passo em direção às chamadas redes inteligentes de energia. O Brasil tem ainda um sistema elétrico baseado apenas em cargas, mas com a energia solar e a geração distribuída [quando uma residência pode distribuir o excedente da energia solar gerada para outras casas em um bairro, por exemplo] o sistema pode contar com cargas que são também geradores. O problema é que hoje os equipamentos das concessionárias estão, na maioria, preparados para funcionar em um único sentido de fluxo de energia. Ao inverter o sentido em alguns momentos do dia, os equipamentos falham&#8221;, disse Fernando Pinhabel Marafão, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Sorocaba.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Marafão, o Brasil ainda não está preparado para o uso massivo de energia fotovoltaica, mas muito se tem avançado em estudos nesse campo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Precisamos automatizar, substituir equipamentos, medidores, sensores, religadores. Para que a geração distribuída funcione efetivamente será preciso toda uma revisão do setor elétrico&#8221;, disse Marafão, que coordena um projeto de pesquisa sobre smart grids em parceria com a Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia desde junho deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Dæhlen, só com a digitalização da energia impulsionada pela energia solar e pelos smart grids será possível atingir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (das Nações Unidas) de número 7, sobre energia limpa e acessível.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Temos muitos desafios. Apenas um dos 17 objetivos do desenvolvimento sustentável se refere diretamente à energia. Mas todos os outros precisam de energia para serem atingidos&#8221;, disse Dæhlen.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Terra</p><p>The post <a href="https://nfeletrica.com.br/pesquisas-sobre-energia-solar/">Brasil e Noruega vão colaborar em pesquisas sobre energia solar</a> first appeared on <a href="https://nfeletrica.com.br">NF Energia Solar </a>.</p><p>O post <a href="https://nfeletrica.com.br/pesquisas-sobre-energia-solar/">Brasil e Noruega vão colaborar em pesquisas sobre energia solar</a> apareceu primeiro em <a href="https://nfeletrica.com.br">NF Energia Solar </a>.</p>
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		<title>Piauí inaugura maior parque de energia solar da América do Sul</title>
		<link>https://nfeletrica.com.br/energia-solar-da-america-do-sul/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 16:45:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em Ribeira do Piauí, o governador Wellington Dias participou nesta terça (28) da inauguração do Parque Solar Nova Olinda, maior usina solar em operação da América Latina. Com quase um milhão de painéis fotovoltaicos instalados em 690 hectares, a usina tem capacidade para produzir 600 GWh de energia por ano em meio ao semiárido piauiense. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em Ribeira do Piauí, o governador Wellington Dias participou nesta terça (28) da inauguração do Parque Solar Nova Olinda, maior usina solar em operação da América Latina. Com quase um milhão de painéis fotovoltaicos instalados em 690 hectares, a usina tem capacidade para produzir 600 GWh de energia por ano em meio ao semiárido piauiense.</p>
<p style="text-align: justify;">Empregando cerca de 2 mil pessoas para sua construção, Nova Olinda contou com o apoio do Governo do Estado por meio de R$ 80 milhões em incentivos fiscais, num total de quase R$ 1 bilhão investido.</p>
<p style="text-align: justify;">Na solenidade, Dias lembrou do processo progressivo que o Piauí viveu na última década. &#8220;O projeto Luz Para Todos foi lançado no Piauí porque éramos o Estado mais atrasado em energia elétrica. Hoje, ultrapassarmos os 1.600 megas que geram energia para o Piauí e para o Brasil. Uma energia limpa, resultado de um desenvolvimento com cuidado ambiental&#8221;, pontuou o governador.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma área equivalente a 700 campos de futebol, as placas fotovoltaicas de Nova Olinda possuem sistema de autoajuste informatizado, que acompanha a direção da radiação solar, captando assim mais energia.</p>
<p style="text-align: justify;">Presidente da Enel no Brasil, empresa responsável pela execução e gestão da usina, o empresário italiano Carlos Zorzoli, acredita que a conclusão da Nova Olinda marca a entrada definitiva da energia solar no mercado energético brasileiro. &#8220;Encontramos no Piauí as condições para implantar um projeto dessa magnitude. Quando as autoridades trabalham em parceria com a iniciativa privada, os resultados são bons frutos&#8221;, afirmou Zorzoli.</p>
<p style="text-align: justify;">A capacidade elétrica do parque solar pode abastecer 300 mil famílias. Toda a potência produzida no parque é transmitida de sua subestação própria para a subestação da Chesf em São João do Piauí, por onde é fornecida para o sistema nacional de distribuição elétrica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Usina gera emprego e forma profissionais<br />
</strong>Nascido em São João do Piauí, Valdir de Sousa foi um dos beneficiados diretamente pela obra. Logo com a chegada da empresa ele se inscreveu no seletivo para ingresso de funcionários, entrando no projeto de construção e descobrindo a grandiosidade da obra. &#8220;Cresci profissionalmente. Antes trabalhava com administração, hoje sou um técnico em eletrotécnica, com formação dentro do projeto&#8221;, contou.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A cara do mundo hoje é produzir energia de fonte renovável. Hoje São João do Piauí e região têm esse privilégio. É legal para a cidade e para o mundo, produzindo algo que vai servir para o mundo&#8221;, completou Valdir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Parque supera capacidade elétrica da barragem de Boa Esperança<br />
</strong>O parque solar de Nova Olinda supera a capacidade elétrica da barragem de Boa Esperança, o que demonstra a possibilidade das energias renováveis enquanto novos empreendimentos com impacto ambiental quase nulo, diferente da construção de hidroelétricas, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nova Olinda evitou a emissão de 350 mil toneladas de CO2. Ainda foram plantadas 96 mil mudas de espécies nativas na área de instalação do parque.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o secretário de Mineração e Energias Renováveis, Luís Coelho, a inauguração do parque é um marco histórico para a energia solar no Piauí e no Brasil. &#8220;Se falássemos isso há um ano e meio, ninguém acreditaria. Outros parques maiores que esse vão surgir, estão em andamento. O Estado está trilhando o caminho certo, das energias renováveis&#8221;, garantiu o secretário.</p>
<p style="text-align: justify;">Representando o Ministério de Minas e Energias, o secretário de Energia Elétrica, Fábio Alves, prevê um aumento significativo de 30% na produção de energia no país para os próximos anos. &#8220;Metade desse aumento será ocasionado pela produção renovável e 80% desses empreendimentos serão no Nordeste&#8221;, assegurou o representante da União.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Benefícios para os municípios<br />
</strong>Os prefeitos de Ribeira e São João do Piauí contaram sobre os reflexos que o empreendimento tem trazido para os municípios.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Essa usina veio para transformar a realidade do nosso município . Gerou emprego e renda e trouxe benefícios com o ISS, recursos importantes que dão estabilidade para a gestão municipal, com o pagamento do funcionalismo em dia e dos fornecedores, melhora a qualidade de vida das pessoas na Saúde e na Educação&#8221;, avalia o prefeito de Ribeira, Arnaldo Araújo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o prefeito de São João do Piauí, Nova Olinda traz reflexos que vão além da economia. &#8220;Não somente a economia, também ganha com isso a cultura, com o intercâmbio cultural de todos nós, nordestinos, com alguns europeus, italianos e espanhóis. A região Nordeste e a região de São João entram no campo internacional de tecnologia e cultura&#8221;, destacou o prefeito Gil Carlos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Novas fontes de energia<br />
</strong>Os investidores em renováveis acreditam que, em muito pouco tempo, a energia solar será mais barata do que outras matrizes energéticas. Prova disso é a implantação das milhares de placas solares no sertão piauiense.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É preciso diversificar a matriz energética, gerando resiliência e segurança. Gerar não só energia limpa como também fortalecer a segurança energética do Brasil, diversificando a matriz elétrica&#8221;, explica o presidente da Enel.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Novos leilões energéticos<br />
</strong>Resultado de articulação do Fórum dos governadores, onde Dias atua fortemente, o Governo Federal aponta para a abertura de novos leilões de renováveis. &#8220;Vamos ter um leilão de energias em dezembro queremos que em 2018, prossigamos novos leilões de energia para preparar o Brasil para as novas etapas de desenvolvimento&#8221;, adiantou Dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Municípios piauienses como Lagoa do Barro, Queimada Nova e São Gonçalo do Gurguéia são possíveis palcos futuros de produção de energia renovável no estado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Atrativo<br />
</strong>O sol com boa incidência, a legislação e as linhas de transmissão elétrica já existentes no território do Piauí fazem do Estado um bom local para se investir em energia fotovoltáica.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O governador soube alterar, junto à Assembleia, as leis de regulamentação, tornando o Estado atrativo para investimentos. O Piauí é a bola da vez das energias renováveis. Com energia eólica nos já estamos produzindo 1.300 mega watts espelhados pelo mundo&#8221;, informou o secretário Luis Coelho.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Coelho, mais de 1,3 mil cidadãos e empresários piauienses já produzem sua própria energia elétrica através da luz solar. Um investimento que a longo traz grande economia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Exposição cultural<br />
</strong>No hall de entrada da inauguração, uma exposição em linha do tempo contou em textos e ilustrações a história do Piauí. Um mapa da região também foi exposto identificando comunidades rurais e quilombolas, além de rios e sítios históricos próximos à região da usina fotovoltáica. Uma outra atração foi Tour VR Experience, nele os participantes puderam fazer um tour virtual pelo Parque Solar Nova Olinda.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Brasil247</p><p>The post <a href="https://nfeletrica.com.br/energia-solar-da-america-do-sul/">Piauí inaugura maior parque de energia solar da América do Sul</a> first appeared on <a href="https://nfeletrica.com.br">NF Energia Solar </a>.</p><p>O post <a href="https://nfeletrica.com.br/energia-solar-da-america-do-sul/">Piauí inaugura maior parque de energia solar da América do Sul</a> apareceu primeiro em <a href="https://nfeletrica.com.br">NF Energia Solar </a>.</p>
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		<title>CPFL Piratininga investe R$3,5 milhões em rede elétrica</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jun 2017 19:27:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A CPFL Piratininga, responsável por atender as demandas de 1,69 milhão de consumidores em 27 municípios paulistas, investiu mais de R$ 3,5 milhões no sistema elétrico da Baixada Santista nesse primeiro trimestre de 2017. Essas aplicações tornaram o sistema na região mais robusto, seguro e confiável, melhorando o nível de conforto e segurança para os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<article class="ediblecontent">A CPFL Piratininga, responsável por atender as demandas de 1,69 milhão de consumidores em 27 municípios paulistas, investiu mais de R$ 3,5 milhões no sistema elétrico da Baixada Santista nesse primeiro trimestre de 2017. Essas aplicações tornaram o sistema na região mais robusto, seguro e confiável, melhorando o nível de conforto e segurança para os 625,3 mil clientes atendidos pela distribuidora nas cidades de Santos, São Vicente, Guarujá (distrito de Vicente de Carvalho) e Praia Grande.</p>
<p>Para o presidente da companhia, Carlos Zamboni Neto, a realização desses investimentos demonstra o compromisso da distribuidora com a excelência em serviços junto aos clientes e na manutenção da confiabilidade de seus sistemas. “As obras realizadas trazem mais qualidade ao sistema elétrico. A continuidade no fornecimento de energia revela o papel da distribuidora em manter uma infraestrutura preparada, para responder às necessidades de crescimento e desenvolvimento da cidade”, afirma Zamboni.</p>
<p>Do total investido nos municípios da região, cerca de R$1,3 milhão projetos voltados ao atendimento ao cliente, com a ampliação da extensão das redes elétricas e instalação de medidores para clientes residenciais, comerciais e industriais, dando suporte para o crescimento de mercado.</p>
<p>Outros R$1,24 milhão foram aplicados em manutenção e na melhoria das linhas de distribuição de energia, com foco na rede primária, na substituição de transformadores avariados e instalação de novos equipamentos. Com esses investimentos, a região da Baixada Santista está mais preparada para o aumento futuro da demanda por energia, tanto do parque industrial, quanto das classes comercial e residencial. Em 2016, os investimentos da distribuidora foram de R$48 milhões na Baixada Santista.</p>
<p>Um dos destaques das obras é a Avenida Governador Mario Covas, em Santos, onde a rede primária convencional, composta por cabos que se localizam normalmente no ponto mais alto em postes urbanos e que conduzem corrente em grandes tensões de distribuição, 13.800 volts, por exemplo, foram substituídas por uma rede compacta (spacer cable), que diferente dos circuitos antigos sem isolação, possuem uma camada de proteção que dá suporte aos contatos com a vegetação, pássaros e objetos, além de ser esteticamente mais interessante e ocupar menor espaço físico.</p>
<p>Fonte: www.energia.sp.gov.br</p>
</article><p>The post <a href="https://nfeletrica.com.br/cpfl-piratininga-investe-r35-milhoes-em-rede-eletrica/">CPFL Piratininga investe R$3,5 milhões em rede elétrica</a> first appeared on <a href="https://nfeletrica.com.br">NF Energia Solar </a>.</p><p>O post <a href="https://nfeletrica.com.br/cpfl-piratininga-investe-r35-milhoes-em-rede-eletrica/">CPFL Piratininga investe R$3,5 milhões em rede elétrica</a> apareceu primeiro em <a href="https://nfeletrica.com.br">NF Energia Solar </a>.</p>
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		<title>Aneel autoriza aumento médio de 5,85% para tarifas de energia da Copel</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jun 2017 19:07:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As tarifas de energia da maior parte dos consumidores do Paraná, atendidos pela Copel, terão aumento médio de 5,85% a partir do próximo sábado (24), autorizou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta terça-feira (20). A Copel atende a 4,5 milhões de unidades consumidoras no estado do Paraná. O faturamento médio anual da distribuidora [&#8230;]</p>
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<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As tarifas de energia da maior parte dos consumidores do Paraná, atendidos pela Copel, terão aumento médio de 5,85% a partir do próximo sábado (24), autorizou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta terça-feira (20).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Copel atende a 4,5 milhões de unidades consumidoras no estado do Paraná. O faturamento médio anual da distribuidora é de R$ 9,5 bilhões.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a agência, o aumento médio para os consumidores residenciais da Copel, abastecidos em baixa tensão, será de 6%. Para os consumidores industriais, atendidos em alta tensão, será de 5,62%, também na média.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já os consumidores de energia da Companhia Campolarguense de Energia (Cocel), que atende 49 mil unidades consumidoras no interior do Paraná, terão suas tarifas reajustadas em 13,34%, a partir do dia 29 de junho.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A alta média para os consumidores industriais da Cocel será de 10,29% e, para os consumidores residenciais, de 15,18%, também na média.</p>
<p>Fonte: http://g1.globo.com/</p>
</div><p>The post <a href="https://nfeletrica.com.br/aneel-autoriza-aumento-medio-de-585-para-tarifas-de-energia-da-copel/">Aneel autoriza aumento médio de 5,85% para tarifas de energia da Copel</a> first appeared on <a href="https://nfeletrica.com.br">NF Energia Solar </a>.</p><p>O post <a href="https://nfeletrica.com.br/aneel-autoriza-aumento-medio-de-585-para-tarifas-de-energia-da-copel/">Aneel autoriza aumento médio de 5,85% para tarifas de energia da Copel</a> apareceu primeiro em <a href="https://nfeletrica.com.br">NF Energia Solar </a>.</p>
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